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História do futebol: conheça jogadores que tiveram lesões

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Conforme o nível das lesões, é possível que as atividades básicas do dia a dia sejam comprometidas. Mas e quando elas atingem atletas, que precisam estar em plena forma física para trabalhar? Situações como essas ocorreram com frequência ao longo da história do futebol e trouxeram muito drama para o campo.

Afinal, dezenas ou milhares de pessoas costumam acompanhar as partidas de futebol e sentir a emoção da disputa como se estivessem no lugar dos jogadores. Então, imagine ter o precoce fim da carreira de um atleta televisionado ou narrado devido a uma lesão no futebol. Esse tipo de acidente é comum em qualquer esporte, mas algumas lesões podem ser mais graves do que outras.

Além disso, considere que a constância de lesões, por menores que sejam, compromete a saúde e o desempenho do jogador. Diante disso, ele pode precisar sair da quadra mais cedo. Quer saber mais sobre alguns desses acontecimentos na história do futebol? Continue a leitura!

Neymar

A Copa do Mundo de 2014 foi especialmente marcante para os brasileiros. Porém, o que poderia ser motivo de alegria, já que o evento foi sediado no Brasil e poderia marcar o hexa da nossa seleção, trouxe muito drama.

Isso porque o camisa 10 e principal nome da seleção, Neymar, sofreu uma lesão que o impediu de continuar na disputa. Se a sua memória for boa, você vai lembrar que a partida seguinte foi contra a Alemanha, em que a seleção brasileira perdeu por 7×1.

A lesão ocorreu na vértebra L3, durante uma partida contra a Colômbia, sendo resultado de uma joelhada dada pelo jogador Zuñiga. Trata-se da estrutura externa da vértebra, que é coberta por músculos. Apesar de não ter sido uma lesão grave, ela limita os movimentos, principalmente para um jogador profissional.

Assim, o tratamento exige repouso e imobilização da região com cinta lombar para controlar a dor. Felizmente o atleta pôde continuar suas atividades profissionais normalmente, mas foi necessário um intervalo longo de até 8 semanas para isso.

De todo modo, é importante deixar claro que o preparo físico de Neymar ajudou a reduzir os danos da lesão. Isso porque a musculatura bem trabalhada, alongada e definida que um atleta costuma ter limitou os impactos.

Pelé

Outro camisa 10 que ficou fora da Copa do Mundo devido a uma lesão foi Pelé, em 1962. Tratou-se de uma contusão ocorrida na virilha, o que causou fortes dores e rigidez na região e levou à sua substituição. Felizmente, o seu substituto, Amarildo, manteve o nível e ajudou na conquista do bicampeonato.

De todo modo, saiba que uma contusão pode ocorrer após o estiramento muscular ou torção durante atividades físicas. Além disso, pessoas sedentárias, com sobrepeso ou que apresentam rigidez na coluna ou quadril também estão propensas a sofrer desse problema.

Assim, a contusão na virilha é considerada comum para atletas profissionais. Entretanto, em casos mais delicados, como no de Pelé, ela pode comprometer a realização das atividades e fazer o paciente sentir fortes dores. Ainda, o inchaço e o ardor na região também são características comuns.

Ronaldo Fenômeno

Quando falamos de lesões em campo que poderiam comprometer não apenas a partida, mas a carreira do jogador, Ronaldo Fenômeno costuma ser lembrado. Nos anos 2000, o atleta rompeu o tendão patelar do joelho direito e foi retirado com a ajuda de uma maca. A cena chegou à arquibancada, jogadores rivais e companheiros de time.

Esse é o tendão responsável pelos movimentos de uma pessoa, como correr, andar e chutar. Diante disso, a previsão inicial de alguns médicos era de que Ronaldo precisasse de meses ausente do futebol e com tratamento intenso. Ainda assim, o retorno para os campos continuava incerto.

Apesar de as lesões serem comuns em atletas profissionais, a que ocorreu com Ronaldo é considerada rara. Atualmente, o jogador afirma que a preparação física inadequada foi uma das principais responsáveis pelo ocorrido.

De todo modo, o ocorrido nos anos 2000 não foi definitivo na sua carreira. Depois de um longo período de recuperação, o atleta voltou a jogar e até foi destaque na Copa de 2002, em que o Brasil se tornou pentacampeão. Por isso, especialistas no assunto afirmam que o fator psicológico também influencia no tratamento. Isto é, a força de vontade para recuperar os movimentos é essencial.

Sérgio Canales

O jogador espanhol Sérgio Canales sofreu algumas lesões no joelho e no tornozelo ao longo da sua carreira, o que limitou suas experiências profissionais. A cada lesão, foi necessário um afastamento para recuperação ou intervenção cirúrgica. Em tese, tudo isso torna o retorno do atleta mais difícil, principalmente em relação ao desempenho anterior à lesão.

Tudo isso resultou em cicatrizes no joelho do espanhol, o que serviu de inspiração para uma tatuagem especial na região. Trata-se de um peixe, em que a espinha do animal simboliza a cicatriz do atleta. Apesar dos contratempos vividos, Canales conseguiu superar a situação e foi recentemente convidado para fazer parte da seleção espanhola, aos 28 anos.

Zico

Zico foi outro jogador brasileiro de destaque, principalmente no Flamengo. Porém, ele não tem apenas lembranças boas registradas nesse time. No jogo ocorrido em 1985 contra o Bangu, o atleta lesionou o joelhou após um chute do lateral Márcio Nunes. O lance resultou na expulsão de um e na saída de campo do outro, com diversas lesões diagnosticadas.

A principal delas foi uma torção no joelho direito. Felizmente, Zico conseguiu se recuperar e voltar a jogar cerca de um ano depois, mas sofreu uma lesão no outro joelho após um tempo. Ainda assim, ele conseguiu participar da Copa do Mundo em 1986.

Então, conseguiu entender mais sobre a história do futebol a partir das lesões sofridas por alguns dos principais jogadores?

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